Alex Oliveira - Personal Trainer

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Vitória, Epírito Santo, Brazil
Professor de Educação Física formado em 2007 pela Faculdade Unisant'anna - São Paulo. Atuando na área de Musculação e Personal Trainer.

domingo, 5 de agosto de 2012

Cuidado com a coluna na hora da corrida!

Calçar os tênis e dar passadas aceleradas parece simples. "Mas é aí que mora o perigo, principalmente para as vértebras", diz Daniel Pimentel, fisiatra do Spine Center do Hospital do Coração (HCor), em São Paulo.



"As pessoas geralmente começam a correr sem orientação e, com isso, se expoem a lesões", arremata. Tal conclusão não surgiu ao acaso. Em um trabalho recente, o especialista questionou 240 praticantes desse esporte e observou que quase metade padecia com incômodos na espinha. "Os dados preocupam, porque os exercícios, quando bem realizados, na verdade atenuam as dores", reforça.

No que prestar atenção

Repouso
Tire ao menos um dia de descanso entre um treino e outro. Assim o corpo tem tempo para se regenerar.

Musculação
Malhar as pernas ajuda a aguentar o impacto decorrente da corrida. Mas não se esqueça do abdômen e das costas.

Postura
Nada de posição militar. Os ombros devem ficar relaxados, o peito aberto e o queixo apontado levemente para baixo.

Equipamento
Escolha um calçado adequado ao seu pé e vista roupas confortáveis, que não encharquem com suor.

Diferenças entre os sexos

A corrida não afeta homens e mulheres da mesma maneira

49% das mulheres relataram sofrer com incômodos nas costas. Entre elas:
18% dores na região cervical
25% dores nas regiões cervical e lombar
57% dores na região lombar

39% dos homens afirmaram sentir dores na coluna. Entre eles:
28% dores na região cervical
18% dores nas regiões cervical e lombar
54% dores na região lombar
http://www.educacaofisica.com.br/index.php/esportes/canais-esportes/outras-modalidades/23074-cuidado-com-as-costas-na-hora-da-corrida

domingo, 15 de julho de 2012

Pesquisas atestam a importância da atividade física para manter o cérebro saudável !



Trabalhos recentes esboçam receita para a saúde cerebral na terceira idade. Os estudos parecem concordar em um ponto: é fundamental realizar atividades físicas.

Experimentos recentes têm indicado a direção – para os mais entusiastas, o caminho – para um cérebro saudável na terceira idade. Os resultados coincidem em um ponto: atividade física é essencial.

Um dos mais recentes nessa linha, publicado no periódico Trends in Cognitive Sciences, é o feito pela equipe de Lars Nyberg, da Universidade Umeå (Suécia), que traz boa notícia: envelhecer é inevitável, mas o cérebro não precisa acompanhar esse processo. Adendo: conta mais aquilo que você faz na terceira idade pela saúde do órgão do que aquilo feito ao longo da vida. Paradoxal? Explicação: quando o assunto é cérebro, alguns ganhos logo são perdidos.

Conta mais aquilo que você faz na terceira idade pela saúde do cérebro do que aquilo feito ao longo da vida
Mas é fato que os cérebros de muitos idosos mostram pouca ou nenhuma diferença em relação aos de adultos mais jovens. Com desempenho cognitivo intacto, indicam que a manutenção cerebral é possível.

Um dos desalentos do cenário é o seguinte: educação não irá salvar seu cérebro, pois pesquisas mostram que doutores (PhDs) e pessoas de baixa escolaridade têm a mesma probabilidade de perder a memória com a idade. Nem mesmo profissões ‘complexas’ importam muito nesse quesito: os ganhos de ser um pensador contumaz perdem-se rapidamente com a aposentadoria.

Difícil e simples

Nos últimos tempos, a ‘malhação mental’ – palavras cruzadas são o exemplo clássico e mais recentemente o sudoku – ganhou adeptos e atenção da mídia. Para muitos especialistas, no entanto, o valor dessas atividades isoladas para a manutenção cerebral é ainda especulativo.

Quando o assunto é saúde mental, vale a seguinte fórmula: fórmulas fáceis parecem não existir.

Mas, talvez, exista uma fórmula ‘simples’, extraída de experimento recente com roedores feito pela equipe de Justin Rhodes, da Universidade de Illinois (EUA). Os resultados foram apresentados na última conferência da Sociedade para as Neurociências dos EUA – um artigo será em breve publicado, explica Rhodes à CH.

No experimento, camundongos foram divididos em quatro grupos. O ambiente do primeiro era um tipo de paraíso para esses roedores: boa comida, água com sabores, casinhas confortáveis e cenários coloridos, com túneis, bloquinhos etc. O segundo grupo também era de hóspedes ‘cinco estrelas’, com uma diferença: havia um disco (de pequeno diâmetro) que possibilitava aos roedores praticar alguma atividade física.

O terceiro grupo era o dos excluídos: realidade nua e crua, comida normal e uma gaiola sem nada. O quarto grupo era também de desapropriados, mas lá havia uma ‘roda gigante’, para os roedores correrem.

O resultado foi surpreendente. Feitos os testes cognitivos e análise de tecidos, apenas uma coisa importou para a saúde cerebral: se os animais tinham ou não se exercitado. Ambiente enriquecido não influenciou os resultados – apesar de os camundongos, diz Rhodes, adorarem os ‘brinquedinhos’ da gaiola.

Para muitos especialistas, o valor da prática de exercícios que estimulam o raciocínio, como as palavras cruzadas, para a manutenção da saúde cerebral ainda é especulativo. (foto: Evandro Souza/ Flickr – CC BY-NC 2.0)
Resumo do experimento: para manter o cérebro, é preciso atividade física. Ponto.

Por quê? Possível explicação: exercitar-se gera neurônios. A partir dos 30 anos, humanos perdem cerca de 1% por ano do volume do hipocampo, região do cérebro responsável pela memória e pelo aprendizado.

Corredor ou matemático?
Os resultados de Rhodes levam a questões interessantes. Uma delas: no quesito saúde cerebral, é melhor ser um corredor de longa distância ou um matemático sedentário?

Resposta de Rhodes para a CH: “Acho que a grande diferença é que os efeitos dos exercícios físicos na cognição parecem se generalizar por todos os domínios cognitivos. Enquanto a matemática poderia melhorar aspectos específicos da cognição relacionados a essa disciplina, a atividade física parece reforçar todos eles (ou, no mínimo, todos os diferentes tipos que até agora têm sido testados, como função executiva, memória de curto e longo prazos, aprendizado espacial, processo de aprendizado, aprendizado associativo etc.).

Rhodes: “Os efeitos dos exercícios físicos na cognição parecem se generalizar por todos os domínios cognitivos”
Rhodes dá seu veredicto: “Sem dúvida, é melhor ser um corredor do que um matemático sedentário (a menos que você queira ser bom em matemática e não se importe em perder outros aspectos da cognição que afetam a vida diária, como navegação espacial etc.).”

“Temos alguns [dados] neurobiológicos nesse aspecto. Parece que os novos neurônios criados com a corrida são largamente recrutados por diferentes tarefas que envolvem o hipocampo, enquanto aqueles gerados em resposta – ou que sobreviveram seletivamente – a um evento de aprendizagem são recrutados de modo específico, por apenas aquela experiência”, diz Rhodes.

“Eu não diria que a atividade física é o único fator-chave para a manutenção do cérebro. Vejo os exercícios como um contribuinte, mas estudos epidemiológicos também sugerem, de modo bem convincente, que estímulos cognitivos e sociais dão contribuições importantes. Eu diria que, para humanos, a situação ótima é alcançada por uma boa combinação desses fatores”, diz Nyberg.

Em uma coisa os experimentos sobre saúde do cérebro parecem concordar: atividade física é fundamental. E, enquanto os especialistas não chegam a um consenso sobre outros fatores, não custa adicionar à receita palavras cruzadas e algum bom entretenimento.


Cássio Leite Vieira
Ciência Hoje/ RJ

http://www.educacaofisica.com.br/index.php/ciencia-ef/canais-cienciaef/fisiologia/22761-pesquisas-atestam-a-importancia-da-atividade-fisica-para-manter-o-cerebro-saudavel

terça-feira, 26 de junho de 2012

Diferença entre "Hipertrofia Sarcoplasmática e Miofibrilar".

É comum vermos nas academias alunos com objetivo de Hipertrofia Muscular. Mais muitos não sabem que existem dois tipos de Hipertrofia.

Então segue abaixo a diferença:




Hipertrofia Sarcoplasmática
A hipertrofia sarcoplasmática é o aumento dos fluídos dos musculos (sarcoplasma), que seria água, glicogênio, etc. Este tipo de hipertrofia está relacionado com o treinamento com altas repetições
(exemplo 8-15 repetições).

Hipertrofia Miofibrilar
É o aumento da quantidade de fibras musculares, o que gera o aumento da força e rigidez. Treinos com altas cargas e baixas repetições (exemplo 1-5 repetições) geram mais hipertrofia miofibrilar que sarcoplasmática.
Espero que agora tenham entendido os tipos de Hipertrofia.
Abraço

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Dia Mundial do Skate - 21 de Junho de 2012!


Aos apaixonados por esportes radicais, pegue seu skate e vá para rua comemorar o dia Mundial do Skate!

" E pé na Tábua"...

terça-feira, 19 de junho de 2012

Homens e mulheres "esquecem" de treinar alguns músculos !


musculos-esquecidos
Determinados grupos da musculatura são negligenciados durante a atividade física. Descubra quais são e por que eles não poderiam ficar de fora do treino.

É cada vez maior o número de pessoas que se exercitam de segunda a sábado — sem fazer cara feia. Contudo, isso não significa que o corpo inteiro é colocado para ralar. Não raro algumas áreas são simplesmente ignoradas. De imediato, podemos citar dois dos principais motivos que levam a esse esquecimento: mulheres e homens focam em alguns músculos por livre e espontânea vontade ou, por não procurarem instrução, desconhecem a existência e a importância de certas regiões para o bom desempenho físico.
Seja qual for o pretexto para deixar alguns músculos em constante repouso, esse comportamento tende a causar prejuízos. Um deles é estético, já que a musculatura que foi trabalhada se desenvolve e o resto, não. "A hipertrofia tem limite, é claro, mas isso não exclui as ameaças de o corpo ficar desproporcional", aponta Claudia Lima, professora de cinesiologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Na prática, estamos falando de marmanjos fortões e com pernas fininhas ou moças com coxas turbinadas e postura corcunda.
E engana-se quem pensa que o desalinho dos contornos só desagrada diante do espelho. É que, se toda a estrutura corporal não estiver preparada, o grau de dificuldade do treino aumenta. "Quando os homens não têm coxas e glúteos treinados, fazer um exercício inclinado, como a remada curvada para as costas, pode ser bem mais complicado. Afinal, esses músculos ajudam a manter a boa postura e o equilíbrio", exemplifica Valter Viana, educador físico e fisiologista do exercício pela Universidade Federal de São Paulo.
Outro problema é que descuidar de determinados músculos deixa a gente mais suscetível a lesões. "O risco de se machucar é maior se existe um desequilíbrio desses, ou seja, quando algumas áreas são muito mais fortes do que outras", explica Mauro Guiselini, professor de educação física do Complexo Educacional das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), na capital paulista. Abaixo, apontamos os músculos comumente preteridos. Busque orientação e tire-os do descanso.


Mulheres
Muitas deixam os músculos superiores em segundo plano:

1. Bíceps
O medo é de ver o músculo crescer e a feminilidade ir embora. Mas basta maneirar na intensidade para eliminar esse risco.
2. Costas
Trabalhá-las garante maior estabilidade e segurança para realizar qualquer exercício. Além disso, a postura fica ereta e delineada.
3. Trapézio
Treinar essa área evita a formação dos nódulos de tensão. Se já estiverem instalados, melhor desmanchá-los com alongamento antes de levantar peso.
4. Tríceps
Como o popular músculo do tchauzinho não é muito recrutado no dia a dia, ele tende a despencar. O jeito é aumentar a carga e reduzir as repetições progressivamente.
Treine o Tríceps
Com os braços elevados e os cotovelos flexionados, segure um halter com as duas mãos. Empurre o cotovelo para cima, mantendo os ombros fixos. Faça de 2 a 3 séries de 15 repetições.

Todos

Há músculos ignorados pela maioria das pessoas:
1. Ombro
Articulação complexa, nem sempre é treinada em sua totalidade. O manguito rotador, um conjunto de músculos responsável por rotações externas, costuma ser esquecido, comprometendo a estabilidade dos ombros.
2. Antebraço
Fortalecê-lo ajuda a prevenir lesões por esforço repetitivo, como as que ocorrem por uso exagerado do computador.
3. Tibiais anteriores
Exercitar esses músculos alivia a carga no tornozelo, protegendo, assim, suas articulações.
4. Parte interna da coxa
Quem joga futebol usa muito essa musculatura ao chutar e, por isso, movimentá-la é imprescindível para evitar rupturas e inflamações. Mais preocupadas com a estética, as mulheres precisam caprichar no fortalecimento da região com outro objetivo: driblar a adversária flacidez.

Sem flacidez
Coloque uma bola entre as pernas, na altura dos joelhos. Pressione-a por 10 segundos e, depois, relaxe. Faça de 2 a 3 séries de 10 repetições.

Homens

O treino deles para a parte inferior deixa a desejar:
1. Glúteos
Eles, principalmente a porção média, estabilizam a cintura pélvica durante a caminhada. Assim, se estiveram fracos, cresce o risco de ocorrer uma alteração na marcha.
2. Anterior e posterior da coxa
São bastante utilizados em atividades rotineiras, como subir escadas e agachar. Portanto, a planilha de treino deve contemplá-los. Isso serve sobretudo para quem se aventura na corrida ou no futebol, já que pernas despreparadas nesses esportes abrem caminho para contusões.
3. Panturrilha
Sua estrutura tem forte componente genético, é verdade. Ainda assim, os exercícios de resistência são cruciais, especialmente para quem corre.

Parte inferior sarada

Se não tiver problema nas costas, coloque um peso na barra e posicione-a sobre os ombros. Agache como se fosse sentar, evitando que o joelho ultrapasse 90° e a linha formada pelos pés. Mantenha a coluna ereta. Faça 3 séries de 10 a 12 repetições.

http://www.educacaofisica.com.br/index.php/fitness/canais-fitness/academias/22392-homens-e-mulheres-qesquecemq-de-treinar-alguns-musculos